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2008

RBMC em Tempo Real, via NTRIP, e seus benefícios nos levantamentos RTK e DGPS

COSTA, S. M. A., LIMA, M. A. A., MOURA JUNIOR, N. J. de, ABREU, M. A., DA SILVA, A. L. e FORTES, L. P. S. RBMC em Tempo Real, via NTRIP, e seus benefícios nos levantamentos RTK e DGPS. II Simpósio Brasileiro de Ciências Geodésicas e Tecnologias da Geoinformação, Recife, PE, 2008.

RESUMO

O IBGE, em parceria com o INCRA, está trabalhando, desde 2007, no plano de expansão e modernização das redes GPS RBMC (Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo do Sistema GPS) gerenciada pelo IBGE, e RIBaC (Rede INCRA de Bases Comunitárias) gerenciada pelo INCRA, o qual proporcionará uma maior cobertura nacional e novas características de operação. Parte deste plano já foi concluída com a instalação de 29 novas estações e a troca de equipamentos em 13 estações da RBMC. Outra iniciativa foi a de prover comunicação por satélites nas estações localizadas nas áreas mais remotas do país, facilitando assim a disponibilidade dos dados para os usuários. Atualmente o IBGE tem trabalhado na prestação de novos serviços com a modernização da RBMC, como por exemplo, a disponibilização dos dados em tempo real e o cálculo das correções WADGPS (Wide Area Differential GPS). A alternativa em fase de testes e avaliação, muito utilizada pela comunidade européia, prover os dados GNSS em tempo real via internet, como é o caso do NTRIP (Networked Transport of RTCM via Internet Protocol). O Sistema NTRIP foi desenvolvido pela Agência Alemã de Cartografia e Geodésia, para o envio de correções DGPS (Differential GPS) e RTK (Real Time Kinematics) via Internet através dos protocolos http e ftp. Ele é composto por três componentes: NTRIP Server, NTRIP Caster e NTRIP Cliente, os quais serão apresentados neste trabalho. Este trabalho apresenta a concepção e funcionamento deste novo serviço que o IBGE está propondo, bem como os resultados obtidos nos testes realizados.

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Análises e Resultados do Centro de Processamento SIRGAS – IBGE

DA SILVA, A. L. e COSTA, S. M. A. Análises e Resultados do Centro de Processamento SIRGAS – IBGE. II Simpósio Brasileiro de Ciências Geodésicas e Tecnologias da Geoinformação, Recife, PE, 2008.

RESUMO

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE tornou-se desde 2006 um dos Centros de Processamento Experimental da rede SIRGAS-CON. A Rede SIRGAS-CON é uma rede de operação contínua de receptores GNSS do SIRGAS (Sistema de Referência Geocêntrico para as Américas), ou seja é a atual densificação do ITRF na América do Sul, Central e Caribe. A criação de 5 Centros Experimentais de Processamento da Rede SIRGAS-CON foi com o objetivo de colaborar no futuro com o IGS Regional Network Associate Analysis Center (RNAAC) SIR (South America), centro de análise oficial do International GNSS Service (IGS) para a densificação na América do Sul, Central e Caribe. Esse artigo apresenta o status atual e os esforços realizados pelo IBGE, como um Centro de Processamento Experimental para o SIRGAS. Quando as atividades de centro de processamento foram iniciadas, em 2005, 30 estações eram processadas. A perspectiva é que para o final de 2008 sejam processadas aproximadamente 90 estações, incluindo as novas estações da RBMC (Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo do Sistema GPS). Neste artigo também é apresentada a estratégia de processamento usando o software Bernese, assim como as informações relevantes para o desenvolvimento das atividades. Os Resultados são avaliados e comparados com as soluções fornecidas por outras instituições (DGFI, IGG-CIMA e IGS) e possíveis discrepâncias são analisadas. Algumas informações referentes à manutenção da RBMC são mostradas nas séries temporais das coordenadas das suas estações, como por exemplo, a descontinuidade devido à mudança das antenas.

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Redes Estaduais GPS: Situação Atual e Perspectiva Futura

DA SILVA, A. L., , M. A. A. e COSTA, S. M. A. Redes Estaduais GPS: Situação Atual e Perspectiva Futura. II Simpósio Brasileiro de Ciências Geodésicas e Tecnologias da Geoinformação, Recife, PE, 2008.

RESUMO

Desde 1991, com o estabelecimento do Projeto GPS no então Departamento de Geodésia (hoje Coordenação de Geodésia), o IBGE passou a empregar, exclusivamente o sistema de posicionamento por satélites GPS – Global Positioning System – em suas atividades de implantação e densificação da rede planimétrica do Sistema Geodésico Brasileiro – SGB. Com essa nova tecnologia, nasceram às denominadas redes estaduais GPS, caracterizadas por um conjunto de marcos geodésicos, tipo pilar de concreto, com dispositivo de centragem forçada em seu topo, distribuídos geograficamente de forma homogênea nos estados. Em 1992 foi implantada a primeira rede estadual GPS, localizada no estado de São Paulo. Atualmente (junho de 2008) existem 17 redes estaduais abrangendo 21 estados brasileiros. Além disso, das redes GPS, seis já passaram por densificações. Esse artigo tem como objetivo, apresentar a situação atual das redes GPS, sua importância para a sociedade e a perspectiva de implantação de novas redes para os próximos anos.

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Topografia do Nível Médio do Mar no Litoral Sul-Sudeste Brasileiro

LUZ, R. T., BOSCH, W., FREITAS, S. R. C. e HECK, B. Topografia do Nível Médio do Mar no Litoral Sul-Sudeste Brasileiro. II Simpósio Brasileiro de Ciências Geodésicas e Tecnologias da Geoinformação, Recife, PE, 2008.

RESUMO

A estimativa da topografia do nível médio do mar (TNMM) é uma etapa importante dos estudos associados à modernização da componente vertical do Sistema Geodésico Brasileiro. Neste artigo é descrita a avaliação, para o litoral sul-sudeste brasileiro, de uma recente estimativa global da TNMM obtida a partir da filtragem espectral de observações das missões altimétricas Jason-1 e TOPEX/Poseidon (T/P-EM) e das respectivas alturas geoidais extraídas do modelo do geopotencial EIGEN-GL04C. A consistência desta solução global foi analisada nos pontos de cruzamento das trilhas altimétricas (crossovers), evidenciando a influência da profundidade na qualidade da estimativa da TNMM. No entorno do Platô de Abrolhos, foram obtidas diferenças médias de +11,6 cm para Jason-1 e –17,7 cm para T/P-EM, contrastando com o valor de –1,6 cm referente às regiões abissais da bacia atlântica tropical, onde o valor médio da TNMM variou de 20 cm a 80 cm. A inconsistência dessas estimativas da TNMM nas áreas de pequena profundidade e em seu entorno indica a necessidade de diminuição da abrangência espacial do filtro espectral aplicado. Isto inviabiliza, por hora, sua utilização na integração dos níveis de referência dos dados de Altimetria por Satélites e das observações da Rede Maregráfica Permanente para Geodésia (RMPG).

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2007

Envolvimento das Agências de Coleta do IBGE na Manutenção Física dos Marcos do Sistema Geodésico Brasileiro

BARBOSA, M. H. F. e CARVALHO, V. G. Envolvimento das Agências de Coleta do IBGE na Manutenção Física dos Marcos do Sistema Geodésico Brasileiro. XXIII Congresso Brasileiro de Cartografia, Rio de Janeiro, RJ, 2007.

RESUMO

O Projeto Verificação da Realidade Física (VRF) teve sua origem na década de 90, com o objetivo de visitar e manter atualizada as informações sobre os marcos que compõem o Sistema Geodésico Brasileiro (SGB). Atualmente, o Banco de Dados Geodésicos (BDG) mantém o registro de 91.080 estações materializadas, das quais 82,12 % estão em bom estado, 5,60% estão destruídas e 10,25% não foram encontradas. Entretanto, há casos, em que alguns marcos, ditos em bom estado, foram visitados na década de 40.

Neste trabalho são mostrados os esforços do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em atendimento a recomendação aprovada durante o XIX Congresso Brasileiro de Cartografia, para que fossem implementados mecanismos de efetivação das atividades de visita e manutenção física dos marcos do SGB. Então, o Projeto VRF desde 2004, vem treinando e envolvendo a mão de obra da rede de coleta de dados nesta atividade.

Apresenta-se os resultados das visitas realizadas nos marcos, entre 2004 e 2006, nos estados brasileiros de: AL, MS, MT, PA, PB, PE, SE, SP e RJ, destacando a boa parceria entre a Diretoria de Geociências (DGC) e as Unidades Estaduais do IBGE , por meio de suas Agências, que antes desse momento, coletavam somente dados estatísticos. Também são apresentadas sugestões para a ampliação da rede de coleta de dados, bem como a adoção da Pesquisa Nacional sobre a Situação da Rede Geodésica.

PALAVRAS CHAVES: Sistema Geodésico Brasileiro (SGB), VRF, Agências.

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Modelagem das distorções entre diferentes realizações da Rede Planimétrica do SGB utilizando o Software Ntv2

COSTA, S. M. A. e SANTOS, M. F. dos. Modelagem das distorções entre diferentes realizações da Rede Planimétrica do SGB utilizando o Software Ntv2. XXIII Congresso Brasileiro de Cartografia, Rio de Janeiro, RJ, 2007.

RESUMO

No início do ano 2005, o IBGE adotou oficialmente, através da Resolução da Presidência nº 1/2005, o sistema de referência SIRGAS2000 para o Brasil. Juntamente com a adoção do SIRGAS2000 foram divulgados os resultados do ajustamento da rede planimétrica no novo sistema e foram estimados parâmetros de transformação entre SIRGAS2000 e SAD69 – materialização 1996. Estes parâmetros foram estimados utilizando um conjunto de 63 estações pertencentes à Rede GPS. Com estes parâmetros pretende-se atender as transformações de coordenadas que envolvam estações GPS, uma vez que, atualmente, a maioria dos usuários faz uso desta técnica de posicionamento. A próxima etapa a ser percorrida na consolidação do sistema SIRGAS2000 ficou a cargo do Grupo de Trabalho 3 (GT 3) do Projeto Mudança do Referencial Geodésico (PMRG) e consiste na modelagem das distorções existentes entre as diferentes realizações da Rede Planimétrica, bem como em sua implementação e divulgação através de aplicativos computacionais. Estas atividades serão realizadas em paralelo por cinco grupos de estudos diferentes, sendo um deles o IBGE. A proposta apresentada pelo grupo de estudo do IBGE prevê a modelagem das distorções da rede usando o software NTv2 – National Transformation, version 2, desenvolvido pelo Geodetic Survey Division – Geomatics Canada (GSD). Em primeira análise e através de um inventário sobre as realizações da Rede Planimétrica verificou-se a existência de 3 realizações em Córrego Alegre e duas em SAD 69. A proposta deste trabalho é analisar as distorções existentes entre duas realizações da rede, a do SAD69, realização 1996 e o SIRGAS2000. Em uma primeira etapa do estudo, são feitas avaliações do comportamento das distorções usando três tipos de configuração da Rede, são elas: com todas as estações da rede planimétrica (Rede clássica + Rede GPS), somente as estações da rede clássica e somente as estações da rede GPS. Serão apresentadas as conclusões visando subsidiar as etapas seguintes, como por exemplo: o número e grau dos coeficientes e a quantidade de vizinhos a serem utilizados para gerar o modelo. Também será apresentada a metodologia, bem como os resultados da interpolação obtidos em uma amostra de estações, localizadas nas áreas de maiores distorções da rede.

PALAVRAS CHAVES: SIRGAS2000, SGB, modelagem de distorções.

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Primeiro ano de atividades do Centro de Processamento SIRGAS

COSTA, S. M. A., DA SILVA, A. L. e LAGO, G. N. Primeiro ano de atividades do Centro de Processamento SIRGAS – IBGE. XXIII Congresso Brasileiro de Cartografia, Rio de Janeiro, RJ, 2007.

RESUMO

Este trabalho relata as atuais atividades do IBGE como Centro de Processamento da Rede GPS permanente do Projeto SIRGAS (Sistema de Referência Geocêntrico para as Américas). Desde o ano 2003, após a divulgação dos resultados da campanha SIRGAS2000, as instituições que colaboram com o Projeto SIRGAS tem discutido a manutenção do Sistema de Referência Geocêntrico para as Américas do Sul e Central, consistente com o ITRF e propor o estabelecimento de Centros de Processamento, responsáveis pela coleta e processamento dos dados das estações permanentes. O objetivo do Projeto SIRGAS no futuro é colaborar com o Centro de Análise da Rede Regional do IGS (RNAAC) da América do Sul (SIR).

O processamento tem sido realizado pelo IBGE desde o ano 2005, usando o software Bernese no modo automático, conhecido por Bernese Processing Engine (BPE). No início eram processados dados de 30 estações, atualmente são processadas 67 estações, sendo 66 localizadas na América do Sul e 1 na Antártica. A perspectiva é que até o final de 2007 este número deva aumentar para aproximadamente 80 estações com as novas estações da Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo do Sistema GPS (RBMC) em operação.

Além do IBGE, existem mais quatro Centros de Processamento da Rede GPS SIRGAS: Universidade Nacional de La Plata – UNLP (Argentina); Instituto Nacional de Estatística, Geografía e Informática - INEGI (México); Instituto Geográfico Agustin Codazzi – IGAC (Colômbia) e o Instituto Geográfico Militar da Argentina (IGM). Os resultados obtidos por cada um dos centros são comparados e combinados gerando um resultado único.

Neste trabalho são apresentadas as estratégias adotadas no processamento usando o software Bernese, bem como informações relevantes no desenvolvimento desta atividade. Os resultados são avaliados e comparados com as soluções fornecidas por outras instituições, tais como Deutsches Geodätisches Forschungsinstitut (DGFI), Centro de Processamento de La Plata (CPLAT) e International GNSS Service (IGS). Gráficos sobre a série temporal das coordenadas serão apresentados e analisados, bem como os resultados da comparação entre as soluções dos centros que participam desta atividade.

Palavras chaves: Rede Regional, Processamento GPS, SIRGAS.

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Resultados obtidos aplicando mapas de ionosfera para posicionamento absoluto e relativo na América do Sul

COSTA, S. M. A., DA SILVA, A. L., MOURA JUNIOR, N. J. de, ABREU, M. A., GENDE, M. A. e BRUNINI, C. A. Resultados obtidos aplicando mapas de ionosfera para posicionamento absoluto e relativo na América do Sul. XXIII Congresso Brasileiro de Cartografia, Rio de Janeiro, RJ, 2007.

RESUMO

Este trabalho apresenta duas estratégias com o objetivo de melhorar as coordenadas obtidas através do processamento de dados GPS utilizando mapas de ionosfera na América do Sul, região a qual possui uma forte atividade ionosférica.

Desde 2005, o Centro de Processamento de La Plata (CPLAT) utiliza o Modelo Ionosférico de La Plata (LPIM) aplicado a 50 estações GPS na América do Sul para gerar diariamente mapas que representam o número vertical total de elétrons – vTEC em um sistema de referência solar-geomagnético usando harmônicos esféricos. Para converter o TEC obliquo (sTEC) em vTEC, se usa uma função de mapeamento que supõe a ionosfera como uma camada infinitesimal.

Desde 2003, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE colabora na manutenção da Rede de Referência na América do Sul, processando semanalmente os dados GPS das mesmas estações utilizadas pelo CPLAT para calcular os mapas da ionosfera. Esse processamento é realizado no modo diferencial utilizando aproximadamente 59 estações localizadas na América do Sul e Antártica, formando linhas de base que podem chegar a distâncias superiores a 2000 km, sendo recomendado, portanto, a utilização de modelos de ionosfera na determinação das ambigüidades, e consequentemente na obtenção de coordenadas.

Este trabalho avalia dois possíveis benefícios dos mapas vTEC nos resultados de processamento GPS: a resolução das ambigüidades em uma solução diferencial e a redução do erro ionosférico em uma solução absoluta. Os mapas de ionosfera são aplicados no processamento diferencial na etapa de resolução de ambigüidades, usando o software Bernese, desenvolvido pelo Instituto Astronômico da Universidade de Berna. No processamento realizado no modo absoluto os mapas de ionosfera são usados para reduzir o erro ionosférico usando o software PPP, desenvolvido pelo Geodetic Survey Division – GSD, Natural Resources Canada (NRCan). Os dados GPS são processados no modo diferencial e absoluto em quatro diferentes períodos de 2006, cujas estações encontram-se próximas à zona de anomalia ionosférica.

PALAVRAS CHAVES: PPP, mapas de ionosfera, GPS, posicionamento relativo.

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Latest Enhancements in the Brazilian Active Control Network

FORTES, L. P. S., COSTA, S. M. A., ABREU, M. A., DA SILVA, A. L., MOURA JUNIOR, N. J. de, MONICO, J. F. G., SANTOS, M. C e TETREAULT, P. Latest Enhancements in the Brazilian Active Control Network. XXIV Assembléia Geral do IUGG, Perugia, Itália, 2007

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Plano de Expansão e Modernização das Redes Ativas RBMC/RIBAC

FORTES, L. P. S., COSTA, S. M. A., ABREU, M. A., MOURA JUNIOR, N. J. de, DA SILVA, A. L., LIMA, M. A. A., MONICO, J. F. G. e SANTOS, M. C. Plano de Expansão e Modernização das Redes Ativas RBMC/RIBAC. XXIII Congresso Brasileiro de Cartografia, Rio de Janeiro, RJ, 2007.

RESUMO

O IBGE, em parceria com o INCRA, está trabalhando no plano de expansão das redes GPS RBMC (Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo do Sistema GPS) gerenciada pelo IBGE, e RIBaC (Rede INCRA de Bases Comunitárias) gerenciada pelo INCRA, o qual proporcionará uma maior cobertura nacional e novas características de operação. Esse plano visa dotar a RBMC/RIBaC de uma infra-estrutura adequada para coletar os dados do sistema norte-americano GPS, do sistema russo GLONASS, além da possibilidade de receber no futuro os dados do novo sistema de posicionamento Europeu (Galileo). Para que esse plano de expansão se concretizasse, no ano de 2006, o IBGE e o INCRA firmaram um convênio que estabelece a união das redes GPS RBMC/RIBaC. No mesmo ano, foi realizada a compra de 83 novos receptores GNSS de última geração, além da execução do planejamento dos locais onde serão instaladas as novas estações. No primeiro semestre de 2007, iniciou-se a troca dos antigos receptores das estações existentes por novos receptores, além do estabelecimento de algumas novas estações. A modernização da RBMC está sendo desenvolvida tendo por base uma cooperação assinada no final de 2004 com a Universidade de New Brunswick (Canadá), com o apoio da Agência Canadense de Desenvolvimento Internacional (CIDA) e a Agência Brasileira de Cooperação (ABC). Além destes participantes, a Divisão de Geodésica do NRCan (Natural Resources Canada) também participa deste projeto de modernização, assessorando na implementação do sistema de correções em tempo real, espelhando-se no sistema existente no Canadá, o CDGPS – Canada-Wide DGPS Correction Service. Esta nova estrutura, depois de totalmente implantada, terá como principais características: redução da taxa de coleta para 1 segundo; funcionamento em tempo real com cálculo de correções WADGPS e disponibilização via link de Internet, além da continuação do serviço no modo pós-processado; auxiliará na navegação aérea, marítima e terrestre; em tempo real atingirá precisão planimétrica 0,5 m (1?) ou melhor (para receptores de 2 freqüências); contribuirá com a estrutura que está sendo implantada pelo IGS Real Time Working Group; também beneficiará países vizinhos. Atualmente, a estação Observatório Nacional (ONRJ), localizada no Rio de Janeiro, faz parte de uma rede de estações que geram dados em tempo real, e têm seus dados disponibilizados em http://www.igs-ip.net.

PALAVRAS CHAVES: RBMC, GPS, expansão, modernização

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Avaliação das realizações da Componente Vertical do Sistema Geodésico Brasileiro

LUZ, R. T., FREITAS, S. R. C., PINHEIRO, R. R., GOLDANI, D., SANTOS, C. C. C., DI MAIO PEREIRA, N. R. e PINA, W. H. Avaliação das realizações da Componente Vertical do Sistema Geodésico Brasileiro. V Colóquio Brasileiro de Ciências Geodésicas, Presidente Prudente, SP, 2007.

RESUMO

Diversas estratégias foram utilizadas nos ajustamentos a que foi submetida a Rede Altimétrica de Alta Precisão do SGB desde o início de seu estabelecimento, em 1945. Os dois primeiros (1948 e 1952) referiram-se ao Datum de Torres, e todos os demais ao de Imbituba. O terceiro ajustamento substituiu os anteriores e serviu de referência para o encadeamento dos que se seguiram. Apenas em 1993 foi concluído o primeiro ajustamento informatizado. O presente estudo discute aspectos específicos destes ajustamentos, como a existência de distorções relativamente grandes no ajustamento de 1993, originadas da própria estratégia de particionamento empregada no chamado Ajustamento Altimétrico Global Preliminar. Além disso, o trabalho aborda questões ainda pendentes, como a heterogeneidade temporal da rede – notadamente na própria região do Datum de Imbituba – e a caracterização da rede local que materializa este mesmo Datum.

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Situação atual do ajustamento da Rede Altimétrica de Alta Precisão – RAAP do SGB, utilizando o Sistema GHOST

PINHEIRO, R. R., GOLDANI, D., SANTOS, C. C. C., DI MAIO PEREIRA, N. R. e PINA, W. H. Situação atual do ajustamento da Rede Altimétrica de Alta Precisão – RAAP do SGB, utilizando o Sistema GHOST. XXIII Congresso Brasileiro de Cartografia, Rio de Janeiro, RJ, 2007.

RESUMO

O último ajustamento global da Rede Altimétrica de Alta Precisão – RAAP do Sistema Geodésico Brasileiro - SGB, ocorreu no início da década de 90. Passados mais de 15 anos, novas observações foram inseridas na rede, provenientes de nivelamentos geométricos espalhados no território nacional. Por esse motivo, já se justificaria um novo ajustamento das observações. Outro fato importante é que esse último ajustamento não aconteceu de forma simultânea, ou seja, com todas as estações da rede, o que impossibilitou a disponibilidade do desvio-padrão das altitudes das mesmas. Entre 1945 e 1975, foram realizados oito ajustamentos parciais da RAAP. A partir do quarto ajustamento, a rede foi particionada em blocos, tendo as altitudes fixas calculadas nos blocos anteriores, ou seja, a rede não foi reajustada globalmente. Em 1991 realizou-se uma nova divisão da rede, desta vez em forma de macrocircuitos, com a finalidade de evitar distorções excessivas. Essa divisão resultou no Ajustamento Altimétrico Global Preliminar – AAGP.

No ano de 2005, o Projeto de Densificação Altimétrica - DALTI do SGB, iniciou um novo ajustamento da RAAP, desta vez simultâneo, englobando todas as estações da rede ao mesmo tempo. Para tanto, está sendo utilizado o sistema GHOST – Geodetic adjustament using Helmert blocking Of Space and Terrestrial Date. A primeira etapa deste novo ajustamento abrangeu apenas as estações pertencentes às linhas principais dos 20 macrocircuitos que formam a RAAP, as quais serviram de partida para a segunda etapa realizada em junho de 2006, contendo, também, as linhas internas dos mesmos, totalizando mais de 36.000 referências de nível - RRNN ajustadas.
Atualmente, encontra-se em execução a terceira etapa do ajustamento, com a inclusão de todas as RRNN medidas e não calculadas, antes e depois do AAGP, e as RRNN que fazem parte de “ramais” das linhas de nivelamento. Ao final deste ajustamento, serão disponibilizadas aproximadamente 60.000 estações com altitudes ajustadas e o seu respectivo desvio-padrão. É importante ressaltar que tanto a introdução de novas observações, como a metodologia usada ocasionarão mudanças nas altitudes das antigas estações, as quais se pretende avaliar de forma global e regional.

Este trabalho tem como objetivo apresentar a situação atual do ajustamento da RAAP em GHOST, bem como uma comparação com as altitudes do AAGP.

PALAVRAS CHAVES: GHOST, Ajustamento, Simultâneo, Rede Altimétrica, SGB

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2006

Reajustamento Global da Rede Altimétrica de Alta Precisão do Brasil – RAAP

PINA, W. H., PINHEIRO, R. R., SANTOS, C. C. C., DI MAIO PEREIRA, N. R. e GOLDANI, D. Reajustamento Global da Rede Altimétrica de Alta Precisão do Brasil – RAAP. IV Conferência Nacional de Geociências, Rio de Janeiro, RJ, 2006.

RESUMO

Entre 1945 e 1975, foram realizados oito ajustamentos parciais da Rede Altimétrica de Alta Precisão – RAAP do Brasil, sendo que apenas os três primeiros utilizaram todas as observações disponíveis. A partir do quarto ajustamento, e devido à quantidade de observações, a rede foi particionada em blocos, tendo algumas estações suas altitudes fixas e calculadas nos blocos anteriores, completando-se uma série de ajustamentos parciais. Em 1991 realizou-se uma nova divisão da rede, desta vez em forma de sub-redes iniciais de macrocircuitos, com a finalidade de evitar distorções excessivas. Essa divisão resultou no Ajustamento Altimétrico Global Preliminar – AAGP, o qual ainda não teve o caráter de ajustamento simultâneo de todas as observações. Após o último ajustamento, divulgado em 1992, muitas observações foram inseridas, provenientes de novos nivelamentos no território brasileiro. Este fato, e a disponibilidade de um software de ajustamento global, levou a dar início a um novo projeto, visando o ajustamento simultâneo de toda a rede altimétrica do Brasil. O software GHOST – Geodetic adjustment using Helmert blocking Of Space and Terrestrial Data realiza ajustamentos tridimensionais em redes de grande porte, através da técnica de “Helmert Blocking” e o método das equações de observações (método paramétrico). A primeira etapa, concluída em 2005, consistiu no reajustamento das estações pertencentes aos 20 macrocircuitos que formam a RAAP. Numa segunda instância, incluíram-se as linhas internas dos macrocircuitos, com um total de aproximadamente 36600 estações ajustadas.
Este trabalho tem como objetivo apresentar os resultados do reajustamento global da rede altimétrica usando o software GHOST, finalizado em março de 2006, o seu comportamento e os futuros trabalhos a executar.

PALAVRAS CHAVES: Rede Altimétrica Brasileira, Ajustamento simultâneo, Ghost, RAAP, IBGE.

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2005

Análise Preliminar dos Efeitos do Tsunami de Sumatra - Andaman nos registros das estações da RMPG

LUZ, R.T. e FREITAS, S. R. C.Análise Preliminar dos Efeitos do Tsunami de Sumatra - Andaman nos registros das estações da RMPG. IV Colóquio Brasileiro de Ciências Geodésicas, Curitiba, PR.

RESUMO

O grande terremoto de Sumatra-Andaman, 26/12/2004 01h GMT, de magnitude 9.3 , deu origem a uma onda oceânica de origem sísmica (tsunami) que devastou as regiões costeiras de mais de dez países no Oceano Índico e propagou-se por todo o planeta. No Brasil, várias estações maregráficas, incluindo aquelas operadas pelo IBGE na RMPG (Rede Maregráfica Permanente para Geodésia), registraram sua influência. As estações da RMPG são particularmente úteis para este tipo de análise, já que seus registros digitais têm intervalo de 5 minutos, enquanto o período estimado das oscilações anômalas atribuídas ao tsunami é de cerca de 40 minutos. Este trabalho apresenta os procedimentos utilizados para o tratamento preliminar dos dados coletados no final de dezembro de 2004 pela estação da RMPG em Macaé (RJ), que resultaram na estimativa do momento da chegada das primeiras oscilações em aproximadamente 0h GMT de 27/12/2004 e, conseqüentemente, em um tempo de propagação de cerca de 23 horas, desde Sumatra. Estas primeiras oscilações tiveram amplitude relativamente pequena, 15 cm, mas rapidamente amplificaram-se até o valor máximo de 75 cm, aproximadamente às 09h GMT de 27/12/2004, e daí progressivamente atenuando-se até, aproximadamente, 21h GMT de 31/12/2004. Ou seja, os efeitos do tsunami foram observados em Macaé durante pouco menos de 5 dias. Nesse período, afortunadamente, não ocorreram inundações inesperadas, pois os níveis máximos das oscilações anômalas não coincidiram com as maiores preamares. Não foram detectadas, nesta análise preliminar, alterações do nível médio do mar associadas ao tsunami.

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Parâmetros de Transformação entre SAD69 e SIRGAS2000

COSTA, S. M. A. e LIMA, M. A. A. Parâmetros de Transformação entre SAD69 e SIRGAS2000. XXII Congresso Brasileiro de Cartografia, Macaé, RJ, 2005.

RESUMO

O procedimento de transformação de coordenadas é um dos métodos de integração de sistemas de referência, cuja precisão depende da alternativa adotada na estimativa dos parâmetros. Com este propósito a solução encontrada foi estimar parâmetros escolhendo-se somente estações com coordenadas de alta precisão e acurácia, ou seja, trabalhandose apenas com as estações estabelecidas por GPS.

Neste trabalho são apresentados os estudos que definiram os parâmetros oficiais SAD69 para SIRGAS2000, bem como as diferenças encontradas após a aplicação destes em diferentes materializações da Rede Geodésica Brasileira – RGB. Visando estabelecer um relacionamento matemático, o mais próximo possível, entre a realização SIRGAS2000 e a SAD69 é utilizado um modelo polinomial, na modelagem destas diferenças. Com este objetivo, o programa NTv2(National Transformation Software Package: NAD27 – NAD83), desenvolvido pelo Geodetic Survey Division – Geomatics Canada (GSD), foi alterado para a utilização com as informações da RGB. O NTv2 desempenha duas tarefas: a de transformar uma coordenada de um sistema em outro e modelar as diferenças oriundas das materializações dos sistemas de referência. Avaliando este procedimento, são apresentados alguns resultados e comparações com a solução do ajustamento SIRGAS2000.

Palavras chaves: Transformação de coordenadas, Rede Geodésica Brasileira, SIRGAS2000

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Ajustamento da Rede Planimétrica Brasileira em SIRGAS2000

COSTA, S. M. A.e LIMA, M. A. A. Ajustamento da Rede Planimétrica Brasileira em SIRGAS2000. XXII Congresso Brasileiro de Cartografia, Macaé, RJ, 2005.

RESUMO

Como conseqüência das novas tecnologias, a mudança de um sistema local para um sistema geocêntrico produz grandes benefícios, principalmente quanto a compatibilidade das informações a nível internacional. Envolvido no Projeto Sistema de Referência Geocêntrico para as Américas – SIRGAS, o qual tem como propósito o estabelecimento de um sistema geodésico único para as Américas, o Brasil, através do Projeto Mudança do Referencial Geodésico – PMRG está dando os primeiros passos para a concretização desta mudança. A integração da Rede Geodésica Brasileira - RGB no SIRGAS2000 será realizada através de um ajustamento simultâneo, usando o software Geodetic Adjustment using Helmert Blocking of Space and Terrestrial data (GHOST). No ajustamento, será adotado o elipsóide GRS-80 e toda a rede brasileira será injuncionada nas 21 estações SIRGAS2000 em território nacional. Neste trabalho serão apresentados os resultados do ajustamento, bem como algumas conclusões sobre a reocupação de estações da rede clássica com GPS com o propósito de modelar as distorções da rede clássica visando procedimentos de conversão de coordenadas.

Palavras chaves: Ajustamento, SIRGAS, Sistema Geodésico Brasileiro - SGB

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A nova versão do Banco de Dados Geodésicos do SGB

DOS SANTOS, M. F., CARVALHO FILHO, A. e PEREIRA, R. V., A nova versão do Banco de Dados Geodésicos do SGB. XXII Congresso Brasileiro de Cartografia, Macaé, RJ, 2005.

RESUMO

Ao longo dos anos, a Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), através da Diretoria de Geociências (DGC) e mais especificamente da Coordenação de Geodésia (CGED), vem suprindo a sociedade com informações relativas às estações do Sistema Geodésico Brasileiro (SGB). Para este fim, mantém e administra o Banco de Dados Geodésicos (BDG), cujo conteúdo são as coordenadas, altitudes, descrições e demais informações sobre as estações geodésicas (planimétricas, altimétricas e gravimétricas). Até meados da década de 90, os produtos gerados eram fornecidos ao público em meio analógico (papel) e, mais recentemente, as consultas passaram a ser realizadas diretamente via Internet, através das 46 folhas da Carta Internacional ao Milionésimo (CIM). Neste ano, o IBGE vem inaugurar uma nova fase em que o principal objetivo é levar a sociedade às informações relativas às estações do SGB, de uma forma mais amigável, rápida e apresentando variadas opções de recuperação. Este artigo mostra um pouco da história do BDG, a sua nova modelagem e seus novos recursos.

Palavras chaves: Banco de Dados, Estações Geodésicas, SGB

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Reajustamento Global da Rede Altimétrica de Alta Precisão – RAAP do SGB, utilizando o Sistema GHOST

PINHEIRO, R. R., CARVALHO, V. G., SANTOS, C. C. C., DI MAIO PEREIRA, N. R. e PINA, W. H. Reajustamento Global da Rede Altimétrica de Alta Precisão – RAAP do SGB, utilizando o Sistema GHOST. XXII Congresso Brasileiro de Cartografia, Macaé, RJ, 2005.

RESUMO

Entre 1945 e 1975, foram realizados oito ajustamentos parciais da RAAP, sendo que apenas os três primeiros utilizaram todas as observações disponíveis. A partir do quarto ajustamento, a rede foi particionada em blocos, tendo as altitudes fixas calculadas nos blocos anteriores, ou seja, a rede não foi reajustada globalmente. Em 1991 realizou-se uma nova divisão da rede, desta vez em forma de sub-redes iniciais de macrocircuitos, com a finalidade de evitar distorções excessivas. Essa divisão resultou no Ajustamento Altimétrico Global Preliminar – AAGP, que manteve uma diferença básica com relação aos ajustamentos anteriores na ordem de 25 cm em áreas que existiam RRNN e 80 cm nas áreas em que não havia RRNN correspondentes aos ajustamentos anteriores. Após o último ajustamento da Rede Altimétrica de Alta Precisão - RAAP, divulgado em 1992, muitas observações foram inseridas, provenientes de novos nivelamentos no território brasileiro. Este fato nos levou a dar início ao novo reajustamento, agora utilizando o sistema GHOST – Geodetic adjustment using Helmert blocking Of Space and Terrestrial Data. A primeira etapa consiste no reajustamento das estações pertencentes aos 20 macrocircuitos que formam a RAAP, as quais servirão de partida para o reajustamento das linhas internas dos mesmos, previsto para o ano de 2006. O sistema GHOST realiza ajustamentos tridimensionais através da técnica de “Helmert Blocking” (IBGE, 1991) e adota o método das equações de observações (método paramétrico). Este trabalho tem como objetivo apresentar os resultados do reajustamento global da rede altimétrica e o seu comportamento, propiciando uma comparação com os resultados anteriores.

PALAVRAS CHAVES: Rede Altimétrica, Ajustamento, GHOST, RAAP, IBGE.

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O novo Modelo Geoidal para o Brasil

LOBIANCO, M.C.B., BLITZKOW, D. e MATOS, A.C.O.C.. O novo Modelo Geoidal para o Brasil.IV Colóquio Brasileiro de Ciências Geodésicas, Curitiba, PR.

RESUMO

Em função de sua rapidez e precisão na obtenção de coordenadas, o Global Positioning System (GPS) revolucionou as atividades que necessitam de posicionamento. Isto tem gerado um crescente interesse por um modelo de ondulação geoidal mais acurado e preciso para aplicações nas áreas de mapeamento e Engenharia, onde há necessidade do conhecimento de uma altitude com significado físico, a altitude ortométrica. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística- IBGE e a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo- EPUSP geraram um Modelo de Ondulação Geoidal com uma resolução de 10’ de arco e desenvolveram o Sistema de Interpolação de Ondulação Geoidal - MAPGEO2004, que fornece a ondulação geoidal (N) em um ponto e/ou conjunto de pontos, referida aos sistemas SIRGAS2000 e SAD69. O cálculo do Modelo de Ondulação Geoidal empregou a integral modificada de Stokes, através da técnica de transformada rápida de Fourier (FFT). Os dados de entrada são constituídos de anomalias médias de Helmert em quadrículas de 10´x10´ em áreas continentais, obtidas a partir de informações gravimétricas do IBGE e de diversas instituições no Brasil e em países vizinhos, anomalias ar-livre derivadas da altimetria por radar a bordo de satélite em áreas oceânicas, modelo KMS99, o Modelo Digital de Terreno (MDT) de 1´x 1´ desenvolvido pela EPUSP e o modelo de geopotencial EGM96. Serão apresentados os erros associados ao modelo MAPGEO2004 e sua distribuição no Brasil.

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Ajustamento da Rede Planimétrica Brasileira em SIRGAS2000 - 02

COSTA, S.M.A.C. e LIMA, M.A.A.. Ajustamento da Rede Planimétrica Brasileira em SIRGAS2000. IV Colóquio Brasileiro de Ciências Geodésicas, Curitiba, PR.

RESUMO

Como conseqüência das novas tecnologias, a mudança de um sistema local para um sistema geocêntrico produz grandes benefícios, principalmente quanto a compatibilidade das informações a nível internacional. Envolvido no Projeto Sistema de Referência Geocêntrico para as Américas – SIRGAS, o qual tem como propósito o estabelecimento de um sistema geodésico único para as Américas, o Brasil, através do Projeto Mudança do Referencial Geodésico – PMRG está dando os primeiros passos para a concretização desta mudança. A integração da Rede Geodésica Brasileira no SIRGAS2000 será realizada através de um ajustamento simultâneo, usando o software Geodetic Adjustment using Helmert Blocking of Space and Terrestrial data (GHOST). No ajustamento, será adotado o elipsóide GRS-80 e toda a rede Brasileira será injuncionada nas 21 estações SIRGAS em território nacional. Neste trabalho serão apresentados os resultados do ajustamento, bem como algumas conclusões sobre a reocupação de estações da rede clássica com GPS com o propósito de modelar as distorções da rede clássica visando procedimentos de conversão de coordenadas. Também será apresentado o estudo realizado para a estimativa dos parâmetros de transformação entre SAD69 e SIRGAS.

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Controle vertical das RRNN e da posição Geocêntrica do Marégrafo no Porto de Imbituba

DALAZOANA, R., LUZ, R.T., LIMA, S.R.S., MIRANDA, Fr. A., PALMEIRO, A.S., MIRANDA, Fa. A. e FREITAS, S. R. C.. Controle vertical das RRNN e da posição Geocêntrica do Marégrafo no Porto de Imbituba. IV Colóquio Brasileiro de Ciências Geodésicas, Curitiba, PR.

RESUMO

As variações do nível do mar têm sido um tópico de grande discussão e interesse no âmbito da Geodésia quando se trata da conexão de redes clássicas de referência vertical, uso de dados da altimetria satelital e em aspectos relacionados com mudanças climáticas globais. O estudo de variações temporais do nível do mar depende também do conhecimento acerca das deformações da crosta terrestre, em especial dos movimentos verticais e de como estes movimentos afetam as observações maregráficas. A fixação da coordenada geocêntrica de uma estação nas proximidades do marégrafo, de forma que possa ser relacionada ao marégrafo por nivelamento geométrico, permite definir o Nível Médio do Mar num Sistema Geodésico de Referência geocêntrico. Como conseqüência, obtêm-se valores absolutos do nível do mar, e não relativos à estrutura na qual o marégrafo encontra-se fixo. Isto possibilita, também, a determinação do nível do mar no mesmo sistema de referência usado pela altimetria satelital, podendo, com isso, ser diretamente comparado aos valores de nível do mar obtidos por esta técnica. Neste sentido, o Laboratório de Instrumentação Geodésica da UFPR realizou uma campanha de levantamentos geodésicos no Porto de Imbituba, Santa Catarina, no período de 9 a 19 de fevereiro de 2005, cujos principais objetivos foram: a aferição dos marégrafos (um marégrafo de bóia e um digital); determinações GPS contínuas na estação SAT-91854, usada para materializar a posição geocêntrica do marégrafo e pertencente à Rede SIRGAS; nivelamento das RRNN localizadas na área do porto; e reconhecimento da região visando futuro levantamento gravimétrico.

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