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O novo Modelo Geoidal para o Brasil

LOBIANCO, M.C.B., BLITZKOW, D. e MATOS, A.C.O.C.. O novo Modelo Geoidal para o Brasil.IV Colóquio Brasileiro de Ciências Geodésicas, Curitiba, PR.

RESUMO

Em função de sua rapidez e precisão na obtenção de coordenadas, o Global Positioning System (GPS) revolucionou as atividades que necessitam de posicionamento. Isto tem gerado um crescente interesse por um modelo de ondulação geoidal mais acurado e preciso para aplicações nas áreas de mapeamento e Engenharia, onde há necessidade do conhecimento de uma altitude com significado físico, a altitude ortométrica. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística- IBGE e a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo- EPUSP geraram um Modelo de Ondulação Geoidal com uma resolução de 10’ de arco e desenvolveram o Sistema de Interpolação de Ondulação Geoidal - MAPGEO2004, que fornece a ondulação geoidal (N) em um ponto e/ou conjunto de pontos, referida aos sistemas SIRGAS2000 e SAD69. O cálculo do Modelo de Ondulação Geoidal empregou a integral modificada de Stokes, através da técnica de transformada rápida de Fourier (FFT). Os dados de entrada são constituídos de anomalias médias de Helmert em quadrículas de 10´x10´ em áreas continentais, obtidas a partir de informações gravimétricas do IBGE e de diversas instituições no Brasil e em países vizinhos, anomalias ar-livre derivadas da altimetria por radar a bordo de satélite em áreas oceânicas, modelo KMS99, o Modelo Digital de Terreno (MDT) de 1´x 1´ desenvolvido pela EPUSP e o modelo de geopotencial EGM96. Serão apresentados os erros associados ao modelo MAPGEO2004 e sua distribuição no Brasil.

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